Tendo em vista o grande crescimento da classe C no brasil, as microfranquias são tidas como “ a bola da vez”.
A lei não faz uma distinção entre microfranquia e a franquia, sendo esta classificação feita pelo mercado, sendo que as microfranquias são os empreendimento que exigem investimento inicial de até R$ 50 mil e com faturamento mensal máximo de R$ 30 mil, todavia, devem respeitar as mesmas regras das franquias que possuem previsão na lei 8.955/94.
As microfranquias apresentaram um crescimento significativo em faturamento. Elas tiveram uma alta de 22% em comparação a 2011, chegando a R$ 4,5 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF).
As vantagens das microempresas são o baixo investimento necessário para se iniciar o negócio, bem como o rápido retorno desse investimento, mas, se tratando de franquia deverá ser analisado a visibilidade da marca no mercado, principalmente perante aos consumidores.
Segundo a ABF, o número dessas redes passou de 336 para 368 e um total de 13.352 unidades. Este modelo não deve ser sinônimo de serviço ou produto de baixa qualidade, pelo contrário, as microfranquias suprem várias necessidades do mercado, e se mostra, como uma nova “tendência” no ramo empresarial
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